Fabio Seixas, versão txt
Hey, Sarah, don't get me wrong...
setembro 4, 2009, 2:53 AM por Fabio Seixas

Hey, Saray, don't get me wrong, I think you are an incredible journalist but please don't think you have the right to use TechCrunch audience to offend our government or our people without a really good reason for doing that.

When I knew you are coming to Brazil, I was pleased. As an internet entrepreneur see one of the most important Silicon Valley's journalist coming to Brazil to talk to local entrepreneur was something at least incredible. I'm co-founder of Camiseteria.com a Threadless-like company which is one of the great cases of success in Brazilian internet market in the last few years. I even sent an email on Aug 18 inviting you to come to Rio de Janeiro to visit our office. I received no answer. Not a problem since you are a very busy person.

Well, you know, the whole planet call us a developing country. As an entrepreneur I really don't care about this. I think entrepreneurs should be doing their work in an local or global scale and changing the world for a better place, no matter if he is in Europe, USA or Africa. Journalist should be doing that too. The one thing that I really believe is that before we were North Americans or French or Brazilians, we are humans in a place called Earth. You are just like me. No better, no worse. Just some regular people with will to change the world and make a little finger print in the history.

The thing that really pissed us off was the flag thing. You do not have the right to put a "EPIC-EST FAIL EVER" in our flag just because of some silly visa/IT/trip-planing issue. What our government do when giving a visa was something called reciprocity. For countries that ask for a visa to Brazilians visiting then, Brazil ask for visa too. But I will not put a "EPIC-EST FAIL EVER" in your country flag. Even with all the arrogance I've read in your post, I don't think your country and your people deserves that.

Brazilians may not have the perfect country or the perfect government (well, who has it anyway?) but have one great quality. We are resilient people. We can take a Mike Tyson punch out of nothing and still invite him to a cocktail party later the day. This is the way we are. This is the way we like to be.

So Sarah, if you come to Brazil, you are still invited to came to Rio de Janeiro to visit our office and talk to local entrepreneurs. Maybe we can show you that this whole kidnap and violence thing is more hype than reality. Maybe we can show you how hard is for a Brazilian to get a USA visa.

ps.: Sorry about my English. I'm a Brazilian after all.

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Portuguese version
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Ei, Sarah, não me leve a mal. Eu te considero uma jornalista incrível mas não pense que você tem o direito de usar a audiência do TechCrunch para ofender nosso governo ou nosso povo sem uma razão muito boa para isso.

Fiquei muito satisfeito quando soube que você viria ao Brasil. Como um empresário da internet ver um dos mais importantes jornalistas do Vale do Silício é algo no mínimo incrível. Sou co-fundador do Camiseteria.com, uma empresa similar ao Threadless, que hoje é um dos grandes casos de sucesso da internet brasileira nos últimos anos. Eu até lhe envie um email no dia 18 de agosto convidando-a para visitar o nosso escritório e bater um papo com empreendedores locais. Não recebi resposta. Nenhum problema nisso já que você é uma pessoa muito ocupada.

Bem, você sabe, o mundo inteiro nós chama de "país em desenvolvimento". Como empreendedor eu realmente não me importo com isso. Penso que empreendedores devem fazer seu trabalho, numa escala local ou global, e mudar o mundo para uma coisa melhor, não importa se fazem isso da Europa, dos Estados Unidos ou da África. Jornalistas deveriam estar fazendo isso também. Uma das coisas que acredito é que antes de sermos norte-americanos, franceses ou brasileiros, somos humanos num lugar chamado Terra. Você é igual a mim. Nem melhor nem pior. Apenas pessoas comuns com a vontade de mudar o mundo e deixar uma pequena impressão digital na história.

O que mais nos irritou foi a questão da bandeira. Você não tem o direito de colocar "EPIC-EST FAIL EVER" na nossa bandeira apenas por causa de uma questão boba relacionada a vistos/TI/planejamento de viagem. O que nosso governo faz é algo chamado reciprocidade. Para países que pedem visto para brasileiros, o Brasil também pede visto de entrada. Mas eu não vou colocar um "EPIC-EST FAIL EVER" na bandeira do seu país. Mesmo com toda a arrogância que li no seu post, eu não acredito que seu pais e seu povo merecem isso.

Brasileiros podem não ter o país perfeito ou o governo perfeito (bem, que os tem afinal?) mas nós temos uma grande qualidade. Nós somos pessoas resilientes. Nós podemos receber um soco do Mike Tyson e ainda assim convida-lo para uma festa no final do dia. Esse é o jeito que somos. Esse é o jeito que gostamos de ser.

Então, Sarah, se você vier ao Brasil, você ainda está convidada a vir ao Rio de Janeiro e visitar nosso escritório e papear com empreendedores locais. Talvez possamos mostra-la que toda essa coisa de sequestro e violência é mais hype do que realidade. Talvez possamos mostra-la o quanto é difícil para um brasileiro conseguir um visto para os EUA.





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Na Veja: Computação sem fronteiras
agosto 8, 2009, 5:05 PM por Fabio Seixas


Crédito Ernani d’Almeida.

"Você está na nuvem", matéria por Carlos Rydlewski do especial Vida Digital da revista Veja dessa semana, trás um pouquinho do Camiseteria.

... A nuvem é um fator de democratização das oportunidades de negócio. Ela significa que qualquer empreendedor pode ter um supercomputador – ainda que virtual – à sua disposição. Iniciativas inovadoras como o Facebook, criado por um grupo de estudantes de Harvard em 2004, jamais teriam prosperado sem o grande poder computacional, associado a custos módicos, oferecido pela nuvem. A Camiseteria, sediada no Rio, é um exemplo caseiro desse fenômeno. Criada em 2005, a empresa vende camisetas. Fecha 99% dos negócios pela internet e usa a rede como ferramenta de marketing. Sem a nuvem, não teria saído do papel. Para garantir o acesso de 15 000 pessoas por dia ao site, a empresa gasta 1 500 reais por mês. "Esse é um décimo do custo que teríamos com uma rede própria de computadores", diz Fabio Seixas, 34 anos, um dos sócios da companhia. ...




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O Blog da Petrobras, a Internet e o jornalismo
junho 9, 2009, 10:30 PM por Fabio Seixas

Tenho visto o bafafá sobre o Blog da Petrobras e tenho achado tudo isso ótimo. Tão ótimo quanto o que acho que vem acontecendo com a indústria da música nos últimos anos.

A Internet muda tudo mesmo. Vêm mudando drasticamente a indústria da música reduzindo a venda de CDs, crucificando modelos de negócios estagnados e fomentando novos modelos criativos além de criar estratégias de divulgação que fogem do comum.

Não seria diferente com outra indústria, a do jornalismo.

A chegada do Blog da Petrobras não trouxe nenhuma novidade. No dia que o primeiro blog corporativo foi publicado, já aconteceu a primeira desintermediação dessa indústria. Uma empresa não precisava mais dos veículos tradicionais para colocar suas informações na rua tirando proveito de uma plataforma que favorece a divulgação da informação.

O que o Blog da Petrobras trouxe foi uma aumento da amplitude dessa desintermediação. Estamos falando de uma empresa de grande importância para o Brasil e qualquer movimento brusco merece reações das partes envolvidas. E em como toda desintermediação, o que está em jogo é o poder do intermediador.

O amigo e jornalista Tiago Dória já falava: "Jornais impressos nunca foram máquinas de fazer dinheiro, mas uma forma de ganhar poder e influência".

Os jornalistas estão alvoroçados porque tal atitude da Petrobras é uma ameaça ao seu poder e influência. Se a Petrobras já não precisa tanto dos veículos tradicionais para divulgar suas informações, ou mesmo questionar esses mesmos veículos, estes se tornam menos influentes, menos manipuladores e portanto, menos poderosos.

A Associação Nacional de Jornais anunciou que repudia a atitude da Petrobras. Já Associação Brasileira de Imprensa apóia a iniciativa. Ou seja, aqueles que defendem a imprensa como uma classe entenderam que isso é uma evolução do segmento, enquanto quem representa os jornais considera isso uma ameaça. Quem detém o poder não é a imprensa em si, mas sim os veículos (jornais) que nela se baseiam.

Em toda grande mudança de paradigma, a primeira reação da parte afetada é questionar a validade da motivação da mudança. Mas a força do meio é mais avassaladora do que a força de qualquer entidade de classe. O problema é que, como em qualquer grande revolução, sempre há aquele primeiro pato que é sacrificado na tentativa de manter o status quo. No caso da indústria da música o pato foi o Napster. No jornalismo nacional, o pato pode ser o Blog da Petrobras.





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#FastPost: Happiness in Business
junho 8, 2009, 11:43 AM por Fabio Seixas


No Flickr de Bud Caddell

“In order to succeed, your desire for success should be greater than your fear of failure.”

- Bill Cosby





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Empreendedores são crianças grandes
maio 21, 2009, 1:29 PM por Fabio Seixas

Talvez você não seja um empreendedor e não sinta o que eu senti, mas sendo um, fiquei arrepiado o assistir esse singelo vídeo.

Empreendedores, estamos aqui para mudar o mundo.






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Visões da capacidade do Crowdsourcing
maio 14, 2009, 8:50 PM por Fabio Seixas

Não sei porque ainda não tinha postado essa apresentação aqui, mas antes tarde do que nunca.

Essa foi a minha apresentação no Epicentro, evento sobre idéias para mudar o mundo, na qual abordei algumas visões do poder do Crowdsourcing no futuro da humanidade.


Link para esse vídeo

PS.: O video player funciona preferencialmente no Windows já que é um Windows Media Video Stream. Não consegui baixar o vídeo para publica-lo no YouTube. Quem souber como baixar um stream de vídeo, aceito ajuda.





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Design is king!
maio 2, 2009, 3:31 PM por Fabio Seixas

E nada melhor do que uma bela apresentação para mostrar isso.

Update engraçadinho: Designer também é rei.






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Convicção
abril 27, 2009, 12:25 AM por Fabio Seixas

Já falei aqui no blog o quanto a convicção é importante para o sucesso e outro dia me deparei com esse video que o Rodrigo David me mostrou.

A convicção desse sujeito chega a ser hilária, além de exagerada. :)





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