Outro dia tive uma ideia de como reaproveitar uma garrafa PET. Não sei se é viável, pois não sou especialista no assunto mas resolvi publicar aqui. Talvez alguém diga que é inviável devido a alguma questão técnica ou talvez alguém da área possa testa-la. De um jeito ou de outro, vale a tentativa de espalhar a ideia (se é que alguém já não teve essa ideia).
Bem, as garrafas PET são feitas através de uma técnica de modelagem por sobro, ou blow molding. É um processo simples.
Coloca-se um tubo de plástico chamado pré-forma (foto) numa máquina que o esquenta. Em seguida, ele é colocado num molde no formato da garrafa e depois um sopro de ar gera pressão dentro do tupo o que faz com que ele tome a forma do molde da garrafa.
Os dois vídeos abaixo mostram o procedimento:
Eis a ideia:
Se o plástico pode ser moldado dessa forma, porque não criar um novo molde, dessa vez maior, no formato de uma bolsa de compras onde, ao invés de ser usado um tupo pré-forma, fosse utilizada a própria garrafa PET. Ou seja, bastaria "soprar" novamente a garrafa já moldada em um novo molde em formato de bolsa.
O resultado seria uma bolsa de plástico mais fino que de uma garrafa PET, mas ainda assim mas grossa que uma sacola normal de supermercado. Essa bolsa seria resistente o suficiente para carregar compras, seria reutilizável e os supermercados poderiam distribui-las gratuitamente ao invés das atuais sacolas plásticas que por sua vez também são um grande problema para o meio ambiente.
Como disse, não sei se é viável. Se for, ótimo. Que alguém pegue essa ideia a torne realidade. :)
Recebi um belo pacote surpresa do pessoal da Zappos hoje. Fui escolhido por Tony Hsieh e sua equipe para ser um dos blogueiros que irá fazer um early review de seu novo livro "Delivering Happiness", cujo lançamento será dia 7 de junho de 2010.
Ganhei dois exemplares "Advance Reading Copy" vistos ai na foto acima. Um é meu e ninguém tasca. O outro vou sortear entre meus seguidores no Twitter no dia 7 de junho de 2010, dia do lançamento.
Peixe Urbano abril 12, 2010, 9:52 PM por Fabio Seixas
Admiro quando boas iniciativas saem do papel. Semana passada tive a oportunidade de participar de uma dessas iniciativas. Fui, com o Camiseteria, um dos primeiros a anunciar no site Peixe Urbano.
Tive a oportunidade de conhecer o Julio Vasconcellos, co-fundador do Peixe Urbano, ano passado durante uma vinda dele ao Brasil, de férias do seu trabalho em uma start-up do Vale do Silício. Na época, já estava colocando em prática seu novo empreendimento.
Júlio, além sócio do Peixe Urbano, é também o country manager do Facebook no Brasil, fruto de seus contatos no Vale.
Desse papo nasceu a oportunidade de anunciar o Camiseteria no Peixe Urbano. O site traz diariamente descontos em produtos e serviços locais que são viabilizados através da compra coletiva. Ok, explico melhor. Todo dia o Peixe Urbano traz uma oferta para cada cidade em que atua. Hoje por exemplo, na versão do Rio de Janeiro, é possível comprar 2 diárias numa pousada em Búzios pela metade do preço. O grande desconto é viabilizado pela compra coletiva onde um mínimo de itens vendidos garante o desconto.
Mas estou aqui mesmo é para contar como foi a experiência de anunciar o Camiseteria no Peixe Urbano. Foram disponibilizados 120 vale-compras de R$ 55,00 do Camiseteria com desconto de 51%, por apenas R$ 27,00.
Mas interessante mesmo foi o resultado. Em menos de 10 horas, TODOS os vales foram vendidos. Não conheço serviço de publicidade na Internet que consiga oferecer tal resultado tão rápido, ainda mais em se tratando de uma empresa recém lançada. Para o Camiseteria foi uma excelente oportunidade de aparecer para novos clientes e ainda assim vender em grande quantidade, num único dia.
O modelo de negócio do Peixe Urbano foi baseado no GroupOn, site que está virando febre nos EUA, com crescimento quase tão rápido quanto o FourSquare, outra febre. (Veja o comparativo)
A grande sacada na replicação de um modelo de negócio é quando existe algum gancho local. No caso do GroupOn, o fator local é parte integrante do modelo de negócio, o que traz sentido para a replicação deste modelo, diferente de negócios onde o fator local pode muito facilmente ser controlado pelo principal player, como exemplo o FourSquare que tem como oferecer check-ins em spots ao redor do mundo sem grande dificuldade.
Para os empresários brasileiros, fica uma oportunidade de bem interessante de divulgar seus negócios, para os usuários, bem, fica um bom desconto. :)
Está difícil convencer seu chefe ou cliente a investir em mídias sociais? Você só pensa em eyeballs, clicks, Likes, ReTweets e seu chefe só pensa em ROI (Return On Investiment / Retorno Sobre Investimento)?
263 slides de puro raciocínio coerente sobre o atual momento da Internet. Vale cada minuto investido em compreender a linha de raciocínio de David Gillespie.
This is a collection of thoughts around where we are right now in the history of the Internet. I believe we're getting ahead of ourselves, confusing the growth of the Internet with it growing up, but I also believe we're doing some amazing things, and can draw a few lines in the sand, making some solid guesses on where we are going.